Resumo Escolas

JANEIRO A MARÇO 2015



Pré-escolar e 1º ciclo
O Fio e a Meada 
de Marta Tomé
QUINTA, 12 DE MARÇO DE 2015 | 10H30 E 14H30 | ESCOLAS
SEXTA, 13 DE MARÇO DE 2015 | 10H30 E 14H30 | ESCOLAS
Local: Teatro Virgínia
Duração: 45 min

O Sr. Manel Pé Leve toca-me à porta um dia: “Preciso de falar com o João, quero fazer um livro!” O Sr. Manel tem sempre histórias a saltarem-lhe pela boca fora todas as vezes que falamos com ele…

Sentou-se connosco à mesa e, palavra puxa palavra, já ele contava mais uma das suas histórias. Ouvia-o como se tivesse todo o tempo do mundo para o escutar apesar de necessitar que alguém parasse o ponteiro dos minutos só por uns instantes. “Sr. Manel… Tem histórias para crianças dessas suas histórias de vida?”

Partindo da recolha de contos tradicionais na terra de Riachos, procurou-se o fio à meada que andava toda ensarilhada. Um sem fim de pontas soltas sem princípio, só meio… “Não há ponta por onde se pegue!” diz-se das coisas que estão confusas, desarrumadas. Mas eis que a Meada se laça e entrelaça, devagar devagarinho, enrolando e desenrolando todo o Fio.

Uma viagem ao conto tradicional oral através da dança, música, texto e imagem.





secundário
MIMA-FATÁXA
João Sousa Cardoso
SEXTA, 30 DE JANEIRO DE 2015 | 15H00 | ESCOLAS
Local: Teatro Virgínia
Duração: 100 min

Depois da direção artística de Almada, Um Nome de Guerra/Nós Não Estamos Algures (Serralves, 2012), MIMA-FATÁXA representa o regresso de João Sousa Cardoso a José de Almada Negreiros.

O espetáculo parte de três textos do autor de vanguarda – Os Ingleses Fumam Cachimbo (1919), MIMA-FATÁXA (1916) e A Cena do Ódio(1915) – interpretados pela cantora Ana Deus e pelo ator Ricardo Bueno, acompanhados por vinte e cinco participantes locais.

MIMA-FATÁXA convoca a radicalidade das formas e das ideias do Modernismo, propondo um confronto com o presente de Portugal e da Europa. Cruzando a conversa e a representação, o teatro e a memória do plateau de cinema, o ensaio e o espetáculo, os profissionais e os amadores, João Sousa Cardoso explora a diluição das disciplinas artísticas e MIMA-FATÁXA reivindica, cem anos depois, o inconformismo que animou Almada Negreiros e que, na aurora deste século, nos encoraja de novo.







secundário
Os Maias
a partir da obra de Eça de Queiroz
um filme de João Botelho
QUINTA, 05 DE FEVEREIRO DE 2015 | 14H30 | ESCOLAS
Local: Teatro Virgínia
Duração: 138 min

Entre Afonso da Maia e o seu neto Carlos, constrói-se o último laço forte da velha família Maia. 

Formado em medicina na Universidade de Coimbra e posteriormente educado numa longa viagem pela Europa, Carlos da Maia regressa a Lisboa no outono  de 1875, para grande alegria do avô. Nos catorze meses seguintes, nasce, cresce e morre a comédia e a tragédia de Carlos como a tragédia e a comédia 
de Portugal. A vida ociosa do médico aristocrata, invariavelmente acompanhado pelo seu par amigo, o génio da escrita e de obras “inacabadas”, o manipulador João da Ega, leva-o a ter amigos, a ter amantes e ao dolce fare niente, cheio de convicções.

Até que se apaixona de verdade por uma mulher tão bela como uma Madona, e tão cheia de mistérios como as heroínas da estética naturalista. Um personagem novo num romance esteticamente revolucionário.

A vertigem: paixão louca para lá dos negrumes do passado, um novo e mais negro precipício, o incesto. Mesmo sabendo que Maria Eduarda é a irmã, a paixão de Carlos não morre e vai ao limite. E depois termina abruptamente porque o velho Afonso da Maia morre para expiar o pecado terrível do seu neto, que era a razão da sua existência.

E então em vez da morte do herói, nova invenção de Eça, Carlos e Ega partem para uma longa viagem de ócio e de pequenos prazeres. Dez anos depois, voltam a encontrar-se em Lisboa, tão diferente e tão igual, a capital de um país a caminho da bancarrota.

Os Maias, escrito pelo genial Eça de Queiroz, grande, melodramático, divertido e melancólico, aponta um destino sem remédio, tanto para a família Maia como para Portugal. João Botelho






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SETEMBRO A DEZEMBRO 2014



Público alvo: 6 meses a 3 anos
Lá Fora...
de Crista Alfaiate e Carla Galvão
TERÇA, 09 DE DEZEMBRO DE 2014 | 10H30 E 15H00 | ESCOLAS
Local: Teatro Virgínia
Duração: 30 min

Lá Fora... nasce da vontade de encontrar a memória coletiva onde pais e filhos partilham um ambiente criativo. Nesta performance de Crista Alfaiate e Carla Galvão, a inspiração mora no universo de Shel Silverstein, aproveitando o seu espírito lúdico e sonoro que incita à imaginação do impossível e à capacidade de ver o mundo de outros ângulos, estimulando o potencial de criação que habita em cada um de nós. Num jogo evolutivo onde as crianças são seres ativos, juntaremos sons, imagens e ações , contemplando o universo das descobertas e das múltiplas maneiras de atingir e entender o desconhecido. 

E se Lá Fora… é um sítio onde aprendemos e descobrimos tudo pela primeira vez, às vezes tropeçamos e caímos e encontramos a diversão de nos levantarmos, e cair e levantar outra vez.





PÚBLICO ALVO: 1º CICLO | M 6 ANOS
Peixe Lua
de Carla Galvão e Fernando Mota
SEXTA, 17 DE OUTUBRO DE 2014 | 14H30 | ESCOLAS
Local: Teatro Virgínia
Duração: 35 min

Para onde vai tudo aquilo que imaginamos?
Voa para trás dos frigoríficos
Enfia-se misteriosamente dentro de uma garrafa vazia
É levado pelo vento até ao cais e apanha boleia de um navio cruzeiro
Descansa dentro dos relógios dos avós
Passeia dentro dos livros de receitas culinárias
Para onde quer que vá, há uma coisa espantosa que acontece.

As coisas que imaginamos juntam-se magneticamente às coisas que os outros imaginam e vão-se unindo devagar, formando uma bola imensa que rebola pelo mundo e fica a boiar na superfície dos oceanos, onde conversa longamente com o único ser que a entende: o Peixe Lua. 

Na sequência de Nana Nana, Carla Galvão e Fernando Mota partem para mais uma viagem musical e cénica, explorando a imaginação e as sonoridades de diversas épocas e geografias. Nesta expedição partirão em busca deste ser fantástico e fascinante que pode estar muito perto… ou pode mesmo ser um sítio dentro de nós.




Público alvo: 1º e 2º ciclos | M 6 anos
Nove’s Fora
Companhia Erva Daninha
SEGUNDA, 27 DE OUTUBRO DE 2014 | 14H30 | ESCOLAS
Local: Teatro Virgínia
Duração: 40 min

// NOVO CIRCO

Neste espaço ∞ entre o ½ nenhures e o ¼ algures, 
há que olhar ± para todas as direções, 
contar x, calcular y, medir² e 
certificar que tudo está exatamente ≠ no sítio + certo e à hora certa -1. 
Se tudo correr bem, nove’s fora = nada!

Uma abordagem poética do universo da matemática através do circo contemporâneo. Um cruzamento entre o malabarismo, equilíbrios, música, iluminação e instalações cenográficas. O tempo, números, formas, ritmos, direções, medidas e velocidades são alguns dos ingredientes para uma visão entusiasmante e poética da matemática.




Público alvo: 2º ciclo | M 8 anos
Estrada Esfomeada
de Vera Alvelos
SEXTA, 28 DE NOVEMBRO DE 2014 | 10H30 E 14H30 | ESCOLAS
Local: Teatro Virgínia
Duração: 50 min

Uma longa estrada desliza pela aldeia de Azaro. Ali a terra queima e a luz castiga, de tal maneira que por vezes se veem coisas que não estão lá. Azaro aguça os olhos e vê a mãe desaparecer pela estrada numa direção, o pai 
na outra, cada um andando cada dia um pouco mais longe para ganhar a vida. 

Que estrada é esta que dá e tira? Que leva tudo a quem não tem nada? 
Que vida é esta à beira da estrada? Uma vida em que a barriga zumbe, o calor aperta e as histórias são para encher a solidão. 

Estrada Esfomeada tem a qualidade do mito e está impregnada de crença, essa propriedade nossa de enchermos o desconhecido e o incompreensível de respostas fantásticas que confortam. Em África, terra onde o ser se tornou homem, algo está a acontecer, algo que diz respeito a todos nós. Uma história mágica que se torna um mito universal sobre a pobreza e a escassez de recursos.


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